Entenda como é um parto normal passo a passo

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Não há dúvida de que o parto normal é a melhor opção para dar à luz, tanto para o bebê quanto para a mãe: a passagem pelo canal de parto traz vários benefícios para a saúde da criança. Já para as mães, há menos riscos de infecções e sangramentos, e a recuperação pós-parto tende a ser mais rápida e tranquila.

Apesar desses fatores, muitas mulheres se sentem inseguras e ficam com medo das dores do parto normal. Assim, elas optam pela realização de uma cesárea eletiva. Vamos acabar de vez com os medos e as dúvidas?

Para ajudá-la a compreender o que acontece durante o parto normal, neste post trouxemos um passo a passo sobre o que esperar do procedimento, a maneira de lidar com cada etapa do trabalho de parto e os benefícios desse método. Confira!

O trabalho de parto latente

O trabalho de parto latente se inicia com contrações uterinas curtas e descoordenadas, que vão ficando mais ritmadas e longas à medida que o parto progride.

Apesar de toda a correria nas cenas de filmes e de novelas, o trabalho de parto é um processo demorado, que evolui ao longo de horas. Por isso, assim que as contrações ficarem ritmadas e acontecerem a cada 5 minutos, não é preciso se desesperar.

Na 1ª gestação, é comum que o parto demore de 10 a 14 horas, entre o início do trabalho de parto (contado a partir da 1ª contração) e o nascimento do bebê. Da 2ª gestação em diante, esse tempo tende a ficar cada vez mais curto.

No entanto, cada parturiente tem o seu próprio ritmo de trabalho de parto e, enquanto algumas mulheres podem precisar de todas essas horas, há outras que têm bebês entre 6 e 3 horas.

Se tudo está indo bem e como o esperado, não há por que ter muita pressa. Antes de ir para o hospital, faça uma refeição leve rica em carboidratos, tome um banho, caminhe um pouco e finalize a preparação das malas que serão levadas para a maternidade.

Dica: Saiba identificar os sinais de que você entrou em trabalho de parto

O trabalho de parto ativo

À medida que o útero contrai e o bebê pressiona para baixo, o colo do útero fica mais fino e aberto para permitir a sua passagem. É comum que, mesmo antes do trabalho de parto se iniciar, o colo do útero perca o tampão mucoso (que pode vir com um pouco de sangue) e apresente uma dilatação de 2 a 3 centímetros.

Porém, é somente na fase ativa do trabalho de parto que a dilatação progride — a uma velocidade de, aproximadamente, 1 centímetro por hora, até alcançar os 10 centímetros necessários para o nascimento do bebê.

As contrações vão ficando mais fortes e mais longas, chegando a durar de 60 a 90 segundos e acontecendo a cada 3 ou 4 minutos.

O que fazer durante as contrações

Pare o que estiver fazendo durante a contração e respire calmamente, inspirando pelo nariz e expirando pela boca. Isso vai ajudá-la a se manter tranquila e a reduzir o desconforto.

Ouça o seu corpo e mude de posição sempre que sentir que ficará mais confortável. Não reprima o seu desejo de chorar ou gritar: a mulher deve ter liberdade para expressar a intensidade do que sente. Aproveite o intervalo entre uma contração e outra para relaxar e descansar.

Não fique parada. Pequenas caminhadas no corredor e o uso de alguns acessórios — como bola e banquinho de parto — ajudam no processo de dilatação. Massagens e banhos com água quente também são excelentes para relaxar a musculatura, reduzindo a dor e acelerando a dilatação.

Em alguns casos, a movimentação do quadril e o andar podem ajudar o bebê a descer e a dilatar o colo do útero.

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A anestesia

Muitas pessoas não fazem ideia, mas há 2 tipos de anestesia que podem ser utilizadas ao longo do parto normal. São elas: a peridural e a raquidiana. Vamos conhecer melhor cada uma delas?

A peridural

A anestesia peridural é uma boa opção para as mulheres que querem reduzir a dor do trabalho de parto.

O procedimento é feito com a aplicação de uma anestesia local na pele, sobre a coluna lombar, seguido da colocação de um cateter perto da medula espinhal, pelo qual o médico vai pouco a pouco colocando o anestésico, ao longo do trabalho de parto.

Como o anestesista consegue controlar bem a dose do medicamento, a mãe perde a sensação de dor na pelve e nas pernas, mas ainda consegue se movimentar e sentir toques e pressões.

A raquidiana

A anestesia raquidiana é feita com a administração de uma única dose de anestésico no espaço medular. As dores somem rapidamente, mas esse efeito dura pouco tempo. Por isso, esse tipo de anestesia é mais indicado para a cesárea ou para anestesias feitas logo antes do nascimento do bebê.

As anestesias são seguras tanto para a mulher quanto para a criança. Há ainda formas não farmacológicas para reduzir as dores, como água quente, massagem lombar e acupuntura.

O rompimento da bolsa

A bolsa amniótica pode se romper naturalmente durante qualquer fase do trabalho de parto. Ainda assim, o mais comum é que isso ocorra na fase ativa, após as contrações ficarem mais fortes.

O rompimento da bolsa não é doloroso, mas pode assustar um pouco pela grande quantidade de líquido expelido. Com a bolsa rota, não há mais volta: o trabalho de parto acelera, e o corpo faz de tudo para que o bebê nasça o mais rápido possível.

É possível que a equipe médica rompa a bolsa para ajudar a acelerar o trabalho de parto quando ele está muito longo. Como são usados instrumentos para esse procedimento, pode ser um pouco doloroso. Existem também casos raros em que a bolsa não se rompe e o bebê nasce dentro dela — esse fenômeno é chamado de nascimento empelicado.

No parto normal, tal acontecimento é mais frequente em nascimentos prematuros, quando o saco amniótico é menor e acaba servindo de proteção para o bebê contra traumas e hematomas.

Dica: Tipos de partos: qual é o ideal para mim e meu bebê?

A fase de transição

Na fase de transição, a mulher já tem 10 centímetros de dilatação, e as contrações ficam muito intensas e frequentes, podendo se associar a enjoos e tremedeiras.

A expulsão do bebê

Quando a dilatação está completa, as contrações uterinas e a força feita pela mãe empurram o bebê pelo canal do parto até que ele saia por completo.

Nesse momento, é muito importante que a mãe faça força de forma efetiva, prendendo a respiração durante alguns segundos, colocando o queixo próximo do peito, fixando os pés e as mãos e concentrando toda a energia na parte baixa do abdômen.

É possível fazer força diversas vezes antes de a contração passar, pegando fôlego entre os movimentos e relaxando completamente durante os intervalos. À medida que o bebê começa a coroar, a mulher sente uma sensação de ardência intensa no períneo, mesmo com a anestesia — é a fase chamada de círculo de fogo. Essa sensação passa imediatamente após a saída do bebê.

Se o períneo estiver muito resistente e não distender o suficiente para a passagem da criança, pode ser necessária a realização da episiotomia. Esse procedimento amplia o espaço e facilita a saída do bebê, reduzindo o risco de lacerações mais graves que poderiam comprometer a anatomia materna.

Os cuidados iniciais com o bebê e a amamentação

Imediatamente após o nascimento, se não houver nenhuma intercorrência, o bebê é higienizado e colocado no colo da mãe.

O pediatra faz uma avaliação inicial, conferindo a movimentação muscular, o choro, a cor e o esforço respiratório do pequeno. Se a criança estiver saudável, o cordão umbilical é cortado após alguns minutos, e ela pode continuar no colo da mãe e ser amamentada.

É muito importante que o bebê mame na 1ª hora de vida, quando possível. Estudo publicado pela revista médica Pediatrics indicou que o aleitamento materno feito na 1ª hora de vida reduz em 22% os riscos de morte neonatal.

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A saída da placenta

A placenta se descola naturalmente nos primeiros 20 minutos após a saída do bebê, não sendo necessário que a mulher faça força para expulsá-la.

O obstetra, então, enrola o cordão umbilical e puxa a placenta. É feita uma análise da estrutura placentária para verificar anormalidades. Nesse momento, também é possível coletar sangue e tecido do cordão umbilical para o armazenamento de células-tronco.

Em seguida, o obstetra confere o canal do parto em busca de lacerações e sutura qualquer lesão que esteja sangrando para melhorar o processo de cicatrização.

O pós-parto

Com o nascimento do bebê, você pode se sentir eufórica com a descarga de adrenalina ou querer aproveitar o alívio para descansar após todo o cansaço do trabalho de parto. Ambas as reações são naturais e fazem parte do funcionamento do seu corpo.

Durante as primeiras horas pós-parto, você e o bebê ficarão em observação pela equipe médica para garantir que está tudo bem com ambos. Em seguida, vocês vão para o quarto e recebem alta, geralmente entre 24 e 36 horas.

O direito a um acompanhante

A lei № 11.108, de 7 de abril de 2005, determina que toda parturiente tem direito a contar com um acompanhante durante o trabalho de parto, parto e no pós-parto imediato (período de até 10 dias após o nascimento do bebê). Essa norma vale para pacientes que realizam o parto normal ou a cesárea.

Essa pessoa é de escolha da mulher e pode ser a mãe, o pai, o marido, um amigo… Ou seja, quem a mãe desejar, não importando o sexo do acompanhante nem se há algum grau de parentesco.

Muitas mulheres optam por contratar uma acompanhante profissional: a doula. Alguns hospitais permitem que a doula contratada não seja considerada como acompanhante, autorizando a entrada dela e de mais uma pessoa (o pai do bebê, por exemplo).

Verifique com a maternidade onde pretende ter o seu filho se há essa opção. Geralmente, é necessário fazer um cadastro prévio da profissional.

Dica: Doula: entenda o papel desta acompanhante durante a gestação!

Os benefícios de ter um acompanhante

Ter uma pessoa conhecida e de confiança durante um momento tão intenso e especial deixa a mulher mais segura e tranquila, reduzindo o estresse e a ansiedade.

Há evidências de que esse acolhimento diminui o tempo de trabalho de parto, bem como os riscos de traumas e o uso de medicamentos, como a ocitocina sintética.

Outro benefício é que os papais têm assegurado o direito de ver o seu filho nascer, compartilhando com a mãe a emoção da chegada do bebê.

As vantagens do parto normal para a mulher e a criança

O parto normal é a melhor forma para uma criança vir ao mundo. O corpo materno e do bebê se preparam ao longo das 40 semanas para esse evento, que encerra a vida intrauterina e dá início a uma nova fase.

Durante o trabalho de parto, o organismo da mãe libera diferentes agentes químicos que ajudam na fisiologia do nascimento, ritmando as contrações uterinas e estimulando a produção de leite materno.

No organismo do bebê também ocorrem estímulos químicos e hormonais para que ele se empurre pelo canal de parto e esteja pronto para encher os pequenos pulmões de ar — algo que ele não conhecia. Os intestinos também se preparam para funcionar pela primeira vez.

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Interessante, não é mesmo? Abaixo, você encontrará uma lista ainda mais detalhada sobre todas as vantagens desse método.

Os benefícios para a mamãe

Descida precoce do leite materno

As contrações uterinas estimulam a produção do leite. Como não há essa etapa na cesariana, esse processo é prejudicado, pois terá que ser feito pela sucção do bebê.

Menor tempo de recuperação

Poucas horas após o parto normal, a mulher já consegue se levantar, tendo mais autonomia para cuidar do bebê. Na cesariana, ela vai precisar de cerca de 10 dias para conseguir se movimentar com mais desenvoltura — tempo médio para a cicatrização externa da pele, onde foi feito o corte abdominal.

Melhora do vínculo entre mãe e bebê

Durante o trabalho de parto, o organismo materno libera ocitocina (também chamada de hormônio do amor), que provoca uma sensação de paixão da mãe pelo bebê e estreita os laços entre os dois.

Redução do risco de trombose

Como é um processo fisiológico, no parto normal há um risco menor que na cesárea (que é uma cirurgia) de formação de coágulos que possam causar uma trombose venosa.

Retorno mais rápido do útero ao tamanho normal

Cerca de 4 horas após o parto normal, os sinais vitais maternos se estabilizam e os músculos uterinos começam a se contrair para voltar ao normal.

Dica: O que acontece com o útero durante a gravidez?

Possibilidade de escolher a melhor posição para o parto

Uma das grandes vantagens do parto normal é a possibilidade de a mãe escolher a melhor posição para dar à luz. Diferentemente do que se imagina, a posição de barriga para cima, bem conhecida entre a população, não é a mais recomendada para parir.

Mas não se preocupe! Felizmente há uma série de outras posturas que podem facilitar esse processo. São elas:

  • em pé;
  • de lado;
  • de cócoras; ou
  • de costas, em uma banheira com água quente.

A mulher deverá optar pela posição mais confortável e que favoreça o nascimento do bebê.

Menor risco de infecções

Por não se tratar de uma intervenção cirúrgica, o parto normal oferece menos riscos de infecções e hemorragias para a mulher. Além disso, a utilização de remédios pós-parto tende a ser menor, já que a recuperação é muito mais rápida do que quando é feita uma cesariana.

Dentre as complicações mais comuns causadas pelo parto cesárea, podemos citar a infecção uterina, que ocorre devido ao surgimento de bactérias no útero materno. A causa mais comum para esse problema está na presença de cicatrizes na região do útero, que podem ser causadas logo após a intervenção cirúrgica.

Menor risco de morte

Muitas mulheres se enganam ao imaginar que a cesárea planejada é capaz de reduzir o risco de morte, principalmente quando se trata de uma gravidez de gêmeos. segundo o estudo “Morte Materna no Século XXI”, publicado em 2008 noAmerican Journal of Obstetrics and Gynecology, o risco de morte materna é significativamente menor no parto normal do que na cesariana.

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Possibilidade de aliviar as dores através de música ou massagens

Além da anestesia, é possível diminuir a dor do trabalho de parto ativo por meio de outras técnicas bastante eficazes.

Esse é o caso da massagem corporal, que deve ser feita no fundo das costas da mulher e em movimentos circulares delicados. O método é constantemente aplicado para diminuir a dor e aliviar a tensão muscular.

Há ainda a possibilidade de ouvir uma música relaxante, diminuir a luminosidade do ambiente e investir em técnicas de respiração. Juntas, essas atividades são excelentes para amenizar a ansiedade e, posteriormente, aliviar o desconforto do trabalho de parto. Experimente!

Os benefícios para o bebê

Exceto nos casos em que o bebê sofre com complicações, o parto normal é o mais indicado para o pequeno. Veja a seguir os principais benefícios:

Respiração mais fácil

O tórax do bebê é comprimido ao passar pelo canal de parto, expelindo os líquidos acumulados no pulmão e amadurecendo o seu sistema respiratório.

Fortalecimento imunológico

Ao passar pelo canal vaginal, o bebê tem contato com a flora bacteriana da mãe, recebendo a sua 1ª colonização de microrganismos essenciais para o seu sistema digestivo, metabólico e imunológico.

Os bebês que nascem de cesárea têm apenas o contato com as bactérias da pele materna, não se beneficiando dessa colonização.

Maior atividade e melhor resposta ao nascer

A criança se beneficia dos hormônios que foram liberados pelo organismo materno ao longo do trabalho de parto. Esse fator faz com que o recém-nascido seja mais ativo e responsivo logo após o nascimento.

Bebês que nascem de parto normal buscam instintiva e ativamente o seio materno para a primeira mamada, sendo, inclusive, capazes de se arrastarem da barriga da mãe até o peito, sem nenhuma ajuda.

Melhor aceitação do toque

O bebê sente o corpo da mãe durante a passagem no canal vaginal, acostumando-se ao tato enquanto é massageado no processo expulsivo. Isso facilita a sua aceitação ao toque externo e permite que a criança fique mais calma no momento em que os médicos ou as enfermeiras a pegarem no colo.

Dica: Vínculo entre mãe e bebê: da gestação para toda a vida!

Fortalecimento do vínculo com a mãe

O bebê que nasce de parto normal, normalmente, precisa de menos cuidados imediatos, podendo ser colocado no colo materno logo após o nascimento. Isso o deixa mais seguro e tranquilo, já que reconhece o cheiro da mãe e fortalece o seu vínculo afetivo com ela.

Menor risco de doenças respiratórias

Ao realizar uma cesariana planejada, há mais chances de ocorrer a chamada imaturidade pulmonar. Em outras palavras, o pulmão do bebê não se forma por completo, o que pode aumentar o risco de doenças respiratórias para a criança. Insuficiência respiratória e hipertensão pulmonar são alguns dos problemas mais comuns. Isso apenas se a cesariana for marcada antes da idade gestacional ideal.

Também é importante salientar que, durante o parto normal, o bebê entra em contato com as bactérias e demais micro-organismos presentes no canal da vagina, fortalecendo assim, o seu sistema imunológico. O resultado disso? Com esse acontecimento, é possível evitar o surgimento de doenças respiratórias para a criança, como asma e outras complicações autoimunes.

Menor intervenção ao bebê

Como o nome já diz, o parto normal é realizado naturalmente e sem grandes intervenções médicas, como é o caso das substâncias utilizadas para acelerar as contrações. Todo o processo acontece no tempo correto e conforme os comandos do corpo e da criança.

Ao investir nessa opção, você notará que a maioria das técnicas aplicadas ao longo do procedimento não são invasivas, fazendo com que haja menos efeitos colaterais para o bebê.

O parto normal é um evento fisiológico que traz grandes benefícios para a mamãe e para o bebê. Não há por que temer a dor, pois, como vimos, há muitas formas de atenuá-la para que o seu trabalho de parto seja o mais tranquilo e confortável possível.

Mesmo após fazer essa leitura, você ainda está em dúvida sobre o método mais adequado para o seu caso? Então, aproveite o momento e confira este post sobre o tipo de parto ideal para você e o seu bebê!

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  • Dra. Juliana Torres Alzuguir Snel Corrêa

    (CRM: 5279398-1)
  • Residência Médica em Ultrassonografia Obstétrica e Geral;
  • Ginecologia Infanto Puberal (criança e adolescente);
  • Atua como ginecologista obstetra há 12 anos.

One Reply to “Entenda como é um parto normal passo a passo”

  1. […] precisa estar em uma posição perfeita para que o parto natural, por exemplo, seja realmente viável. No entanto, não se esqueça: existem outros tipos de […]

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