Tipos de partos: qual é o ideal para mim e meu bebê?

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Parto normal, cesárea, na água, de cócoras, com fórceps. São tantos os tipos de parto que até parece que querem complicar o tema. Mas calma, porque vamos falar tudo sobre o assunto, de maneira que você possa escolher o tipo de parto mais indicado para você e o seu bebê.

Antes de qualquer coisa, vale a pena esclarecer que não existe o melhor tipo de parto. Existe apenas o melhor para você e o seu filho, e ele pode ser muito diferente do que foi o melhor para a sua mãe ou amiga.

A princípio, eram considerados apenas 2 tipos de parto: o vaginal (também conhecido como parto normal) e o cirúrgico (mais conhecido como cesárea), no qual o bebê sai por um corte na barriga dentro da sala de cirurgia.

Porém, com o tempo, surgiram descobertas e intervenções médicas que criaram variações desses 2 tipos. Então, cabe à gestante colocar na balança os riscos e os benefícios de cada um deles e decidir com cuidado a melhor opção juntamente com seu médico.

Confira o nosso vídeo especial com nosso especialista em ginecologia e obstetrícia, Dr. Mauricio Grillo e saiba tudinho sobre cada tipo de parto para que você possa escolher o parto ideal para você e para seu bebê.

Parto normal

Considerado o mais convencional, no parto normal a mulher entra em trabalho de parto espontaneamente, o que costuma ocorrer entre a 37ª e a 42ª semana de gravidez, e então procura uma maternidade para ter o bebê.

De início, toda gestante sem complicações na gestação, pode ter um parto normal, já que o corpo não precisa ser preparado para isso. O corpo dá sinais de que o bebê está pronto para nascer: são as contrações, que se tornam cada vez mais fortes e dolorosas.

Essas contrações, e o esforço feito pela mãe, começam a empurrar o bebê para fora — aquilo que se chama de fase expulsiva do parto. Primeiro, o bebê se encaixa, e em seguida, passa pelo canal vaginal.

A 1ª parte do corpo da criança a sair é a cabeça (na maioria das vezes o bebê está de cabeça para baixo, mas ele pode estar sentado). Após a saída do corpo inteiro, o obstetra corta o cordão umbilical. Depois do nascimento da criança, a placenta também se solta do útero e é expulsa.

Para que o parto normal aconteça de forma mais natural possível, 4 fatores devem ser levados em consideração:

  • a dilatação do colo do útero: sem a dilatação do colo uterino, não se forma uma abertura suficiente para a passagem da criança, e o nascimento é impossibilitado de acontecer;
  • a largura da bacia da mãe: o espaço disponível entre os ossos do quadril da mãe deve ser o suficiente para permitir a passagem do bebê durante o trabalho de parto. A avaliação entre a largura da bacia e o tamanho do bebê é feita pelo obstetra por meio do exame de toque vaginal;
  • o bem-estar do bebê: a saúde da criança também é um ponto fundamental. As condições do bebê são checadas com exames durante todo o trabalho de parto. Mesmo se todas as condições forem favoráveis, algum imprevisto pode acontecer e, caso ele traga algum risco para o bebê, o parto normal é interrompido imediatamente.
  • contrações uterinas ritmadas: é preciso que haja contrações uterinas ritmadas, durante todo o trabalho de parto para que o bebê possa ser impulsionado através do canal vaginal e possibilite a dilatação do colo uterino progressivamente;

Um receio frequente para as mulheres é o de sentir dor no momento do parto. Porém, é importante lembrar que hoje as dores das contrações podem ser aliviadas pelo uso de anestesias.

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Na maternidade, você recebe uma anestesia epidural, que reduz a sensibilidade da cintura para baixo e alivia as dores da contração. Também pode ser aplicada a ocitocina, um hormônio que aumenta a força das contrações e acelera o trabalho de parto.

Apesar da anestesia, a maioria das mães continuam sentindo um leve desconforto durante as contrações — o que a ajuda a participar ativamente do parto ao empurrar o bebê nos momentos certos. A mulher geralmente é mantida em posição de litotomia (a mesma dos exames ginecológicos) para facilitar o acesso ao canal vaginal.

Outro fato que preocupa muito as futuras mamães que optam pelo parto normal é o risco do cordão umbilical estar enrolado no pescoço do bebê. No entanto, esse fato não impede que o parto normal aconteça, uma vez que os batimentos do coração do bebê são monitorados.

Caso haja uma queda nesses batimentos, sugerindo que o cordão esteja sendo apertado no momento da passagem pelo canal de parto, prejudicando a circulação e a chegada de sangue da mãe para o bebê, o obstetra pode optar por realizar a cesárea.

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A lavagem intestinal, a raspagem dos pelos pubianos, a cateterização (a colocação de um tubo na uretra para coletar a urina), a episiotomia (um corte na região entre a vagina e o ânus para aumentar a abertura) e até o uso de ocitocina durante todo o parto eram práticas comuns no passado.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) se posiciona contra o uso rotineiro delas, reconhecendo, no entanto, que elas podem ser necessárias em alguns casos. No caso de bebês grandes, por exemplo, a prática da episiotomia ajuda a prevenir lacerações vaginais.

De uma coisa todos podem estar certos: os benefícios do parto normal tanto para a mãe quanto para o filho são muitos. Para o bebê, ao atravessar o estreito canal vaginal, a compressão no corpo expulsa a água dos pulmões e facilita o início dos reflexos da respiração.

Já para a mulher, o parto normal permite uma recuperação mais rápida e o retorno às atividades cotidianas, além do pós-parto ser praticamente indolor. Além disso, a mãe também tem mais disposição para cuidar do bebê recém-nascido com conforto e qualidade de vida.

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Parto cesárea

O parto cesariano é uma cirurgia feita para dar à luz nos casos em que o parto normal não é possível. A estimativa da OMS é que 15% dos partos tenham que ser via cesárea, seja por complicações durante o parto normal, seja no caso de uma gravidez de risco.

A incisão é feita na região mais baixa da barriga, e pode variar de 10 a 12 centímetros de comprimento.

A cirurgia tradicional consiste no corte por 7 camadas, dentre elas pele, gordura, músculos e parede uterina. Em menos de 10 minutos, o bebê já nasceu. Após o nascimento, é necessário fechar todas as camadas de volta — o que pode demorar um pouco mais, cerca de 45 minutos.

Assim, o tempo total de cirurgia é de aproximadamente 1 hora, e o bebê costuma passar pela avaliação pediátrica enquanto isso. Algumas vezes, pode ser possível cortar menos camadas de tecidos, uma vez que alguns obstetras conseguem somente afastá-las com as mãos em casos específicos.

A cesárea, como todo procedimento cirúrgico, oferece vários riscos tanto para a mulher quanto para a criança. Para a mãe, os principais riscos envolvidos incluem:

  • a recuperação pós-parto mais lenta;
  • o risco de hemorragias;
  • as infecções na ferida cirúrgica;
  • as lesões inesperadas;
  • a descida de leite mais lenta , uma vez que o hormônio ocitocina que deixa de ser liberada no trabalho de parto torna mais lenta a liberação do leite pelas glândulas mamárias;

Além disso, há o risco do bebê:

  • o nascimento prematuro;
  • as dificuldades respiratórias caso a cirurgia seja agendada em um período menor do que 39 semanas de gestação;
  • o efeito residual da anestesia;

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Parto na água

Dos vários tipos de partos que existem, o parto na água tem sido amplamente procurado por várias mulheres.

O parto vaginal na água é considerado menos traumático para a criança, pois ela sai do líquido amniótico dentro do útero direto para a água morna, ou seja, 2 líquidos a uma mesma temperatura.

Para a mulher, a água promove:

  • uma melhor irrigação sanguínea;
  • um relaxamento muscular;
  • uma maior flexibilidade do períneo;
  • uma maior dilatação do colo uterino, o que ajuda a aliviar as dores da contração, acelera o parto e gera uma sensação maior de bem-estar.

Se para a mãe há inúmeras vantagens, para o bebê não é diferente! Os fatores benéficos para a criança incluem um nascimento menos traumático, com menos luz e ruídos externos.

O ideal é que, ao optar por esse tipo de parto, a gestante procure uma maternidade que ofereça esse tipo de atendimento para que o parto aconteça sob assistência médica.

Algumas opções que os hospitais oferecem são a utilização de uma piscina de plástico ou uma banheira. O local deverá ser previamente higienizado e a água precisará estar morna (aproximadamente 36 graus) durante todo o tempo, para garantir conforto para o bebê.

Caso haja alguma complicação, no entanto, o parto na água pode ser interrompido pelo médico.

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Parto de cócoras

Em vez da posição ginecológica, a mulher adota a posição de cócoras (agachada) na hora do nascimento vaginal.

O parto de cócoras normalmente ocorre mais rápido do que os outros tipos de parto, porque essa posição aumenta a abertura do períneo, relaxa a musculatura da pelve e do abdômen e conta com a ajuda da gravidade, o que facilita a saída do bebê.

Para as gestantes que planejam ter um parto de cócoras, a recomendação é ir praticando ao longo da gravidez, para já ir se habituando com a posição, preparando os músculos e aumentando a largura da bacia gradativamente.

Este tipo de parto tem a vantagem de ocorrer mais rapidamente, reduzindo o estresse para a mãe e para o bebê. Também permite uma maior movimentação da mãe, além de reduzir a compressão dos vasos sanguíneos abdominais, o que melhora ainda mais a irrigação do bebê, que pode ser dificultada pelo peso da barriga quando a mãe está deitada de costas.

No entanto, para que o parto de cócoras seja realizado com sucesso, alguns cuidados devem ser tomados. É preciso verificar se o bebê

  • está posicionado com a cabeça para baixo;
  • a mãe apresenta a dilatação necessária (10 centímetros);
  • o bebê não é muito grande (até cerca de 4 quilos).

Todos esses fatores podem dificultar o trabalho de parto nessa posição e gerar riscos para mãe e filho. Além disso, é importante que a mãe tenha passado por uma gestação saudável e tenha condicionamento físico para se manter agachada pelo tempo necessário.

Vale lembrar que neste tipo de parto, não é possível receber anestesia epidural, já que a paciente precisar ter o controle muscular completo para se manter por todo o tempo nesta posição.

Dica: Quais os efeitos da anestesia durante e após o parto? Existem riscos?

Parto com fórceps

O fórceps atualmente é usado apenas no finalzinho do parto para dar uma ajudinha ao bebê. Trata-se de um equipamento semelhante a duas colheres, que envolvem a cabeça do bebê e puxam ele pra fora. O uso é recomendado para aliviar a mãe e a criança em momentos em que o bebê já está dando sinais de sofrimento.

O fórceps é um instrumento que, atualmente, é usado apenas no final do parto para dar o auxílio necessário à saída do bebê. Trata-se de um equipamento semelhante a 2 colheres que envolvem e puxam a cabeça do bebê para fora do canal vaginal.

Esse tipo de parto era muito utilizado nos anos 60 e 70 porém hoje em dia é recomendado apenas em partos de risco, em momentos em que o bebê já está apresentando sinais de sofrimento ou quando a mãe já não possui mais forças para empurrar a criança para fora.

Vale lembrar que o fórceps, quando bem utilizado, por um médico treinado para tal intervenção, pode salvar a vida do bebê e evitar lesões cerebrais por falta de oxigenação durante o nascimento.

Parto Leboyer

Elaborado por um médico francês na década de 70, o parto Leboyer — também conhecido como “parto sem violência” — procura não estressar o bebê e tornar o seu 1° contato com o mundo menos traumático.

Todo o parto é conduzido pela mãe, sem interferências. Depois que nasce, o cordão umbilical só é cortado quando para de pulsar.

Esse tipo de parto conta com um ambiente silencioso, de pouca luz, imersão em água morna, entre outras estratégias que são tomadas para suavizar a transição do bebê para o mundo na hora do nascimento. Dessa forma, acredita-se que a criança possa crescer mais segura, independente e emocionalmente mais equilibrada.

Dica: O que acontece com o cordão umbilical após o parto?

É importante saber que o parto Leboyer não é um método rigoroso. O trabalho de parto deverá evoluir de forma natural, levando em consideração todos os critérios e cuidados recomendados, além de uma boa assistência obstétrica.

Independentemente de qual via aconteça o parto ou o local do nascimento, o parto pode ocorrer sem adaptações específicas.

Mesmo que a ideia do parto Leboyer seja muito simples, infelizmente nem todos os hospitais e maternidades possuem uma equipe capacitada para realizar esse tipo de acompanhamento.

Parto natural

Existem muitas dúvidas a respeito da diferença entre os termos “parto normal” e o “parto natural”. Ambos os termos são usados para descrever parto vaginal. No entanto, o parto natural ocorre com o mínimo de intervenções médicas possíveis.

Como o nome sugere, o parto natural ocorre naturalmente, isto é, conforme os comandos do corpo. A mulher tem espaço e tempo para fazer o que quiser a fim de se sentir mais confortável no trabalho de parto. Além disso, a mãe é responsável e tem participação ativa no momento do nascimento do seu bebê.

Não há o uso de anestesias ou de fórceps nem a realização de episiotomia. A mãe pode contar com formas não farmacológicas para o alívio da dor das contrações, como banhos mornos, controle da respiração, meditação, música e massagens.

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Nos dias atuais, muitas maternidades apoiam o parto natural e oferecem suporte e um ambiente adequado para que as gestantes possam dar à luz dessa forma. No entanto, esse tipo de parto pode acontecer também em casa — mas sempre, contando com o acompanhamento de pessoas especializadas, preferencialmente um obstetra.

As vantagens desse tipo de parto são inúmeras. Por exemplo:

  • o controle total do corpo;
  • a lucidez e a autonomia para auxiliar na saída do bebê;
  • o não acometimento de efeitos colaterais que podem ocorrer após as intervenções médicas de costume.

Os riscos nesse tipo de parto podem acontecer em decorrência de algum imprevisto durante o próprio trabalho de parto, algo que afete a saúde da criança ou da mãe. Nunca é demais lembrar que todo trabalho de parto envolve riscos. Portanto, partos em casa, necessitariam de uma estrutura pronta para uma intercorrência e remoção da mãe para um hospital próximo afim de atendê-la emergencialmente. O ideal é que o parto natural seja realizado no ambiente hospitalar para evitar risco para a mãe e o bebê, nestes casos.

Por isso, caso a gestante opte por ter um parto natural, é importante procurar um especialista que a apoie nessa escolha, além de definir um local adequado e toda a assistência que lhe for necessária. Pode ser necessário, em caso de complicações converter este tipo de parto em cesariana de emergência, por exemplo. Portanto, é importante ter um obstetra experiente acompanhando o processo e uma equipe hospitalar preparada para qualquer problema.

Dica: Para ficar de olho: 7 doenças comuns e perigosas durante a gravidez

Parto humanizado

A humanização do parto não significa uma nova técnica, mas sim o respeito à fisiologia do parto e a mulher. Humanizar o parto consiste em dar autonomia à mulher, respeitar as suas escolhas e oferecer uma assistência que leve em conta a sua necessidade e não mitos, crenças e conveniências.

A ciência vem nos mostrando que o excesso de intervenções médicas podem ser desnecessárias em partos de baixo risco e este tipo de parto tem a vantagem de ser feito de forma mais natural, com menos estresse para a mãe e para bebê. O acompanhamento de um membro da família faz parte do processo, fato que deixa a mulher mais tranquila, permitindo que o parto aconteça de forma mais segura.

Constatou-se, ainda, que as equipes especializadas dos hospitais têm dificuldade em oferecer à mulher o suporte emocional que ela precisa. Dessa forma, no parto humanizado, a mulher pode participar da decisão de:

  • onde quer ter o bebê;
  • quem deve ser o acompanhante;
  • qual deve ser a melhor posição para o processo.

É ela quem decide se quer a luz acesa ou apagada, se quer usar a banheira ou não, se quer dar à luz agachada, deitada, em pé ou em qualquer outra posição.

É ela pode opinar se aceita a realização da episiotomia, se quer um anestésico ou mesmo se quer comer alguma coisa durante o trabalho de parto. Além disso, é a mãe quem decide se ela quer amamentar logo após o nascimento ou não.

Vale lembrar que o obstetra deve estar presente em todo o processo, para avaliar se todas as solicitações da gestante são possíveis de se realizar de acordo com o andamento do trabalho de parto e o bem estar do bebê.

As dores das contrações são compreendidas como sendo naturais e parte do processo, podendo ser suavizadas com medidas não farmacológicas. No entanto, isso não significa que a mulher não possa optar pela utilização de medicamento; quer dizer que a escolha é dela!

Contudo, isso não sinaliza que a cesárea ou o parto com intervenções não possam ser humanizados ou que não devam ser considerados em hipótese alguma. Esses procedimentos são essenciais para salvar vidas em casos de complicações. Por isso, mesmo nos partos humanizados, a presença de especialistas é fundamental.

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Cesárea humanizada

Na cesárea humanizada, o nascimento ocorre pela via cirúrgica. No entanto, tenta-se simular um parto vaginal humanizado, isto é, o ideal é que o procedimento chegue o mais perto possível do conceito de um parto normal.

Diferentemente da cesárea tradicional, a mulher é mais valorizada e participativa no momento. O ambiente da sala é o mais confortável possível, com redução da luminosidade (com exceção do campo operatório) e do ar-condicionado.

Também é permitida a presença do pai ou do acompanhante, música e, às vezes, até a retirada do campo cirúrgico para a mulher possa ver o nascimento do bebê. Além disso, o médico também pode narrar tudo o que está acontecendo para que a mãe possa entender o processo do início ao fim.

O corte feito é de aproximadamente 10 centímetros, e o bebê é retirado mais lentamente, simulando a saída pelo canal vaginal. Já o cordão umbilical não é cortado imediatamente, somente após a pulsação cessar.

Uma das principais vantagens desse tipo de parto é a possibilidade de o bebê ser colocado junto da mãe logo após o nascimento. Então, há o estímulo para que a amamentação possa acontecer o quanto antes (desde que não haja contraindicações, o ideal é que aconteça na 1ª hora).

A cesárea oferece riscos como toda cirurgia, além de um pós-parto mais longo. Mesmo que seja realizado de forma humanizada, a cesariana deve ser considerada somente em casos de real necessidade, ou seja, quando o parto feito de forma natural oferece algum risco para a mãe ou filho.

Lembre-se de procurar sempre pela orientação de profissionais especializados e tirar todas as suas dúvidas antes de decidir qual dos tipos de partos é o ideal para a sua situação.

E, mesmo depois de todas essas informações e de todas as considerações a serem feitas sobre o pré-parto, o pós-parto, a amamentação e outros assuntos relacionados à maternidade, as células-tronco no cordão umbilical não podem ser deixadas de lado.

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  • Dr. Mauricio Artigas Grillo

    (CRM: 12330PR)
  • Médico Obstetra Sênior do Hospital Santa Cruz (Curitiba);
  • Mestre e Doutor em Endocrinologia Ginecológica;
  • Membro da Comissão de Gestação de Risco – FEBRASGO.

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A CordVida produz o conteúdo desse blog com muito carinho e com o objetivo de divulgar informações relevantes para as futuras mães e pais sobre assuntos que rondam o universo da gravidez. Todos os artigos são constituídos por informações de caráter geral, experiências de outros pais, opiniões médicas e por nosso conhecimento científico de temas relacionados às células-tronco. Os dados e estudos mencionados nos artigos são suportados por referências bibliográficas públicas. A CordVida não tem como objetivo a divulgação de um blog exaustivo e completo que faça recomendações médicas. O juízo de valor final sobre os temas levantados nesse blog deve ser estabelecido por você em conjunto com seus médicos e especialistas.