O que são as células-tronco?
São as células criadas pela natureza para gerar novas células ou regenerar células
do nosso corpo, toda vez que isso é necessário. O primeiro local onde essas células
são encontradas é no embrião humano, quando as células-tronco embrionárias se
encarregam do crescimento e da diferenciação das células que dão origem ao feto
e posteriormente ao bebê. Um segundo local onde as células-tronco estão presentes
é na medula óssea, nossa fábrica natural de sangue, responsável pela produção e
regeneração de todos os seus componentes e do sistema imunológico. Em 1988 uma
pesquisadora francesa encontrou células-tronco provenientes de uma terceira fonte:
o sangue do cordão umbilical do recém nascido. Descobriu-se então um local
abundante e de fácil acesso das mesmas células-tronco encontradas na medula
óssea.
Para que servem as células-tronco?
No caso das células-tronco embrionárias, como a ciência ainda não descobriu uma forma de utilizá-las sem inutilizar um embrião humano, a lei de Biosegurança
veda o seu uso para qualquer fim que não seja o de pesquisa. Já no caso das células-tronco da medula óssea e do sangue do cordão umbilical, o seu uso no tratamento de
doenças da medula óssea é considerado uma terapia consolidada. Atualmente, mais de 95 problemas graves da medula óssea já são tratáveis a partir do transplante dessas células.
A versatilidade destas células tornouas também a principal alternativa terapêutica para o tratamento de outras complicações ainda em fase de pesquisa, como:
problemas cardíacos, neurológicos, hepáticos, traumas na medula espinhal, entre tantos outros.
Fonte: http://www.nationalcordbloodprogram.org/patients/ncbp_diseases.htm
Vou precisar usar?
Apesar de problemas de medula óssea serem relativamente raros, o armazenamento das células-tronco do seu bebê deve ser encarado como um seguro
biológico, aquele que você contrata e torce para nunca precisar usar. Com as atuais indicações terapêuticas, estudos demonstram que a probabilidade de uma pessoa vir
a precisar de um transplante de células-tronco em sua vida adulta é de 1 em 220 (ou 0,46%). É semelhante ao risco de se ter um bebê com Síndrome de Down (1 em 450 ou 0,23%).
Referência: The Likelihood of Hematopoietic Cell Transplantation (HCT) in the United States: Implications for Umbilical Cord Blood (UCB) Storage,
Marcelo C Pasquini, MD; Brent Logan, PhD; Frances Verter, PhD; Mary M Horowitz, MD, MS; JJ Nietfeld, PhD
De onde vem a tecnologia BioArquivo utilizada pela CordVida?
A tecnologia BioArquivo foi desenvolvida pela empresa Thermogenesis Corporation dos EUA's em conjunto com a maior rede de bancos públicos de sangue de cordão umbilical do mundo, o New York Blood Center pertencente ao National Cord Blood Program dos EUA's.
Hoje, é utilizada pelos principais centros de armazenamento de células-tronco em mais de 25 países em todo o mundo, tendo se tornado também a tecnologia escolhida para a rede Brasilcord de bancos públicos brasileiros. Mais de 75% dos transplantes em todo o mundo foram feitos usando células-tronco de sangue de cordão armazenadas em sistemas BioArquivo.
Referência: http://www.thermogenesis.com/CMSFiles/Pdf/Press/052505.pdf
Estudos científicos desenvolvidos pelo o New York Blood Center em conjunto com a Thermogenesis Corp. comprovam que o sistema BioArquivo evita variações de temperatura que a retirada do tanque provoca, que são causadoras de perdas de viabilidade celular. Este estudo está disponível no site do o FDA, agência de saúde dos EUA's, no endereço: http://www.fda.gov/ohrms/dockets/dailys/01/Aug01/083101/c000013.pdf
Como a tecnologia BioArquivo protege as células-tronco?
Para maior viabilidade das células-tronco (CTs) congeladas, é fundamental que a unidade de células-tronco seja preservada em temperatura constante de -196ºC evitando os aquecimentos transientes (ATs). Por isso deve-se evitar a retirada desnecessária das células-tronco congeladas do tanque de nitrogênio líquido.
Os tanques BioArchive® utilizados pela CordVida possuem sistema de congelamento em nitrogênio líquido totalmente fechado, inviolável, robotizado, controlado por computadores e com temperatura constante de -196ºC. Esses tanques permitem acesso às unidades de CTs sem serem abertos, evitando a ocorrência de ATs desnecessários, porém comuns nos tanques convencionais.
No BioArchive®, uma vez congeladas, as amostras nunca saem do tanque do nitrogênio líquido. Um braço robótico realiza inserção e retirada de unidades de CTs sem que o tanque sequer seja aberto (veja figura 2). As unidades só são retiradas quando há a necessidade de utilização das CTs. Isso garante que as unidades permanecerão sempre na temperatura constante de -196ºC.
Onde é utilizada a tecnologia BioArquivo? Onde posso encontrar a comprovação cientifica de que esta tecnologia realmente garante maior viabilidade celular da amostra?
A tecnologia BioArquivo foi desenvolvida pela empresa Thermogenesis Corporation dos EUA's em conjunto com a maior rede de bancos públicos de sangue de cordão umbilical do mundo, o New York Blood Center pertencente ao National Cord Blood Program dos EUA's.
Hoje, é utilizada pelos principais centros de armazenamento de células-tronco em mais de 25 países em todo o mundo, tendo se tornado também a tecnologia escolhida para a rede Brasilcord de bancos públicos brasileiros. Mais de 75% dos transplantes em todo o mundo foram feitos usando células-tronco de sangue de cordão armazenadas em sistemas BioArquivo, conforme pode ser verificado em:
http://www.thermogenesis.com/CMSFiles/Pdf/Press/052505.pdf
Estudos científicos desenvolvidos pelo o New York Blood Center em conjunto com a Thermogenesis Corp. comprovam que o sistema BioArquivo evita variações de temperatura que a retirada do tanque provoca, que são causadoras de perdas de viabilidade celular. Este estudo está disponível no site do o FDA, agência de saúde dos EUA's, no endereço:
http://www.fda.gov/ohrms/dockets/dailys/01/Aug01/083101/c000013.pdf
Porque a CordVida passará a oferecer duas tecnologias diferentes?
Ambas as soluções compartilham da mesma vantagem técnica em relação a tecnologias concorrentes. Enquanto o AE minimiza a ocorrência de variações de temperatura desnecessárias, o BioArquivo as elimina.
Além disso, queremos complementar os nossos serviços hoje disponíveis, com uma solução que emprega uma ótima tecnologia a um valor mais acessível.
Qual a vantagem da nova tecnologia em relação às hoje existentes no mercado?
A partir de 2008 a CordVida passa utilizar mais uma alternativa tecnológica desenvolvida pela empresa americana MVE. Um tanque de armazenamento que foi projetado para prover uma maior eficiência de congelamento em nitrogênio líquido.
O Alta-Eficiência é um sistema semi- automático,que possui uma abertura parcial, local fixo de entrada e retirada dos "racks"(gaveteiro metálico). Os "racks" utilizados pela Cordvida contam com apenas 5 compartimentos (estojo metálico) onde cada amostra será colocada. A parte interna do tanque é composta por um sistema rotatório que permite localizar a posição exata do "rack "onde será inserida a amostra que ficará submersa em nitrogênio líquido em -196º centígrados.
Os tanques Alta-Eficiência usam sistema proprietário da CordVida para o gerenciamento de informações que registra a localização exata dos "racks", possibilitando o controle de variações de temperatura a qual cada amostra foi submetida. Conforme protocolos internacionais das boas práticas de qualidade, essas variações serão documentadas e disponibilizadas via intranet para que o cliente saiba de forma transparente, quantas variações de temperatura sua amostra foi submetida. Esta tecnologia fornece relatórios de todos os procedimentos realizados em cada amostra desde o momento da coleta até a data presente. Este registro é imprescindível para que no futuro seja possível conhecer todo o histórico das células-tronco lá armazenadas.
Mas quantas vezes a minha amostra deve sair do tanque na tecnologia Alta-Eficiência?
Como cada rack armazenado nos tanques Alta-Eficiência tem 5 amostras, na média as amostras deverão ser submetidas a apenas 2 variações de temperatura. Mesmo assim, nossa equipe técnica está treinada para evitar variações de temperatura desnecessárias na amostra.
Na CordVida, seguindo os protocolos internacionais das boas práticas de qualidade, este processo será documentado e disponibilizado via Intranet para que o cliente saiba de forma transparente exatamente quantas variações de temperatura sua amostra foi submetida. Este dado é fundamental para que se possa estimar com mais precisão a quantidade de células que estarão de fato viáveis para a utilização.
De que forma os sistemas de congelamento usados pela CordVida diferem das outras tecnologias?
Nos sistemas convencionais a amostra é submetida a 2 processos em diferentes equipamentos: o do congelamento programado (onde a amostra é congelada obedecendo critérios específicos de prazo e temperatura até atingirem -80ºC) para posteriormente serem transferidas para os tanques de armazenamento. Nesta transferência as amostras são submetidas a Aquecimentos Transientes - ATs".
Além disso, nos tanques convencionais, as unidades de CTs são acondicionadas em racks com espaço para até 24 unidades cada. Os racks precisam ser retirados do tanque cada vez que uma unidade é inserida ou retirada. Portanto, somente para completar todos os espaços, o rack é exposto à temperatura ambiente algumas ocasiões até mais de 12 vezes.
Qual o efeito que as variações de temperatura das amostras armazenadas tem sobre a viabilidade das células quando eu precisar delas?
De acordo com estudos científicos conduzidos pela equipe do maior banco público de células-tronco do mundo, o New York Blood Center, quando uma amostra é submetida a temperatura ambiente por 3 minutos, ela se aquece de -196º c a aproximadanebte -80º c. Estima-se que esta ocorrência possa causar em média 9% de perda de viabilidade celular, a cada ocorrência.
Referência: Transient Warming Events and Cell Viability of Placental/Umbilical Cord Blood ("PCB"), Ludy Dobrilla, Ph.D., Phil Coelho, Pablo Rubinstein M.D., New York Blood Center and ThermoGenesis Corp.
Se tantos bancos utilizam tecnologias convencionais em todo o mundo, como
pode ser que elas de fato causem perdas de viabilidade celular das amostras?
É reconhecido pela comunidade científica internacional que a perda parcial de
viabilidade celular causada pela variação de temperatura é de fato uma limitação
técnica das soluções atualmente empregadas. Apesar desta limitação não ter inviabilizado
inúmeros transplantes de sucesso já feitos, um rígido monitoramento e documentação
das VTT's teria provávelmente permitido o acesso a amostras com uma taxa de
viabilidade superior àquelas que foram usadas. Uma prova histórica disto é que
75% dos transplantes bem sucedidos feitos no mundo, usaram células armazenadas
em tanques com a tecnologia BioArquivo.
Referência: http://www.thermogenesis.com/CMSfiles/pdf/press/052505.pdf
Quem garante que as células armazenadas na CordVida estarão vivas se um dia eu precisar usar?
A tecnologia BioArquivo permite as melhores condições possíveis para a preservação da viabilidade das amostras congeladas. Uma prova histórica disto é que 75% dos transplantes bem sucedidos foram feitos com células armazenadas em tanques com esta tecnologia.
Com o sistema de armazenamento Alta Eficiência, as amostras congeladas são monitoradas para evitar variações de temperatura desnecessárias. O monitoramente da viabilidade das amostras é realizado com uma amostra teste armazenada no mesmo tanque, que tem sua viabilidade celular testada periodicamente para aferir sua capacidade de gerar outras linhagens celulares.
Mesmo assim, não é possível oferecer a garantia de que as células estarão viáveis após o armazenamento, da mesma forma como outras terapias na medicina também não podem oferecer garantia de cura.
Existe algum relatório periódico para comprovar que não houve dano nas amostras enquanto as células estiverem armazenadas?
Sim, semestralmente é feito o monitoramento da qualidade onde uma amostra teste é retirada de dentro do tanque e submetida a um teste de viabilidade celular. Além disso, a Associação Americana de Bancos de Sangue ( www.aabb.org ) submete a CordVida a auditorias periódicas com o intuito, entre vários outros, de aferir a viabilidade celular continuada das amostras armazenadas.