CÉLULA-TRONCO

Qual a probabilidade de uso real destas células?

As células-tronco armazenadas em bancos privados em todo o mundo já viabilizaram mais de 500 transplantes  (aparentados e autólogos) nos últimos 21 anos. Considerando que existem aproximadamente 4 milhões de amostras armazenadas em bancos privados de células-tronco em todo o mundo, a probabilidade de uso 1 em cada 7.500 pessoas que armazenaram suas amostras, provavelmente precisaram usá-las. Adicionalmente, outras 500 crianças também se beneficiaram de terapias autólogas participando de ensaios (pesquisas) clínicos para estudar a aplicação de células-tronco de sangue de cordão umbilical no tratamento de doenças como paralisia cerebral e diabetes tipo 1.2

De fato, a probabilidade de uma pessoa vir a precisar de um transplante de medula óssea alogênico (células de um doador) ou autólogo (células da própria pessoa) ao longo da sua vida já havia sido estimada em um artigo científico de 2008 como sendo de 1 em 217 casos entre 0 a 70 anos de idades, e de 1 em 5.000 casos até 10 anos de idade, semelhante ao que demonstrou na realidade1.

No caso das células-tronco mesenquimais extraídas do tecido do cordão umbilical, o seu uso ainda é restrito à ensaios clínicos e pesquisas que abordaremos na próxima pergunta.

Qual o potencial terapêutico futuro destas células?

Importantes centros de pesquisa de vários países estudam o potencial terapêutico futuro das células-tronco tanto do sangue (hematopoéticas) como do tecido do cordão umbilical (mesenquimais) para o tratamento de um grande número de doenças13, 14, 15.

No caso das células-tronco do sangue do cordão umbilical (hematopoéticas), segundo o portal de pesquisas www.clinicaltrials.gov do Min. Saúde americano, em Outubro de 2016 haviam 153 ensaios clínicos ativos estudando a utilização destas células para tratar doenças hematológicas, paralisia cerebral, diabetes tipo 1, apenas para citar as mais conhecidas.

No caso das células-tronco do tecido do cordão umbilical (mesenquimais), segundo o mesmo portal de pesquisas, em Outubro de 2016 haviam 84 ensaios clínicos ativos estudando a utilização destas células para  doenças como: diabetes tipo I, cirrose hepática, cardiopatias, entre muitas outras.

Quem pode usar as células-tronco do meu bebê?

O seu bebê será sempre 100% compatível com as suas próprias células-tronco para o tratamento de diversas doenças. No entanto, para doenças que possam ter uma predisposição genética, a recomendação é utilizar células-tronco compatíveis de outra pessoa e que não contenham a característica genética em questão (como as células de um irmão saudável compatível, por exemplo). Qualquer membro direto da família também poderá usar as células-tronco armazenadas de seu bebê para um transplante, desde que haja compatibilidade. Irmãos de mesmo pai e mesma mãe apresentam uma probabilidade de 25% de serem 100% compatíveis. Outros membros da família apresentam uma probabilidade de compatibilidade bem menor, quase igual a de um doador não aparentado.

O fato de ter mais células armazenadas impacta o sucesso do tratamento?

Sim. Em caso de um transplante, ter mais células pode melhorar os resultados obtidos, incluindo uma recuperação mais rápida e menos complicações após o transplante4.

Como as células-tronco do tecido do cordão são diferentes das do sangue?

O tecido do cordão umbilical é uma fonte rica de células-tronco mesenquimais que são celulas com o potencial de dar  origem a vários tecidos do nosso corpo. O sangue do cordão umbilical, por sua vez, é uma fonte rica de células-tronco hematopoiéticas, que dão origem ao sangue e ao sistema imunológico. Por causa destas diferenças funcionais, o sangue do cordão e o tecido do cordão podem ajudar o corpo humano de formas diferentes no tratamento de diversas doenças.

O que é expansão celular?

É a técnica utilizada para aumentar o número de células-tronco através do cultivo em laboratório. Trata-se de uma área amplamente estudada atualmente, com perspectivas de ser utilizada com segurança no futuro. Espera-se que, através da expansão celular, seja possível obter células suficientes para tratar indivíduos independente do seu peso. Hoje em dia, ainda não há em todo o mundo uma técnica consagrada de expansão celular que tenha sido comprovada como segura e eficaz e consequentemente aprovada como procedimento médico/cientifico convencional.

Por quanto tempo as células-tronco ficam armazenadas?

De acordo com as atuais publicações e os recentes estudos científicos envolvendo criopreservação de células, as células-tronco do sangue do cordão armazenadas há 23 anos conservaram suficientemente suas características funcionais e de viabilidade, o que poderia permitiria sua utilização em transplantes. Isto sugere que se forem mantidas armazenadas nas condições adequadas as células-tronco poderão permanecer viáveis indefinidamente.

O que são as células-tronco mesenquimais?

Células-tronco mesenquimais são células pouco diferenciadas que estão presentes em tecidos de diversas partes do corpo humano. Elas apresentam propriedades imunológicas únicas e capacidade de se transformar em alguns tipos de tecidos do corpo humano, quando necessário. Elas apresentam a capacidade de se diferenciar em várias linhagens celulares (como as de cartilagens, ossos e tecidos adiposo) demonstrando, portanto, alta capacidade proliferativa e potencial terapêutico. O cordão umbilical é uma fonte riquíssima de células-tronco mesenquimais em seu estado mais imaturo e, consequentemente, com maior potencialidade de uso.

Onde são encontradas células-tronco mesenquimais?

As células-tronco mesenquimais podem ser encontradas em diversas fontes do corpo de um ser humano, como gordura, vasos, medula óssea, placenta e tecido do cordão umbilical17. Especula-se que as células-tronco mesenquimais encontradas no tecido do cordão umbilical exerçam a função de proteção do feto ao sistema imunológico da mãe. Uma população considerável de células-tronco mesenquimais fica concentrada no tecido do cordão umbilical, após o nascimento do bebê18. Inúmeros estudos têm reportado propriedades biológicas vantajosas das células mesenquimais do tecido do cordão, tais como: maior capacidade proliferativa, maior expectativa de vida celular e maior potencial de diferenciação (se comparadas com células-tronco mesenquimais adultas). Portanto, dependendo do uso terapêutico, são células que podem apresentar características ideais para serem utilizadas19,20,21.

PORQUE ARMAZENAR

O que é o armazenamento de células-tronco de cordão umbilical e como é feito?

O armazenamento de células-tronco permite manter as células do cordão umbilical guardadas por longos períodos pereservando suas características e viabilidade. Representa oportunidade única de guardar um material rico que seria descartado e que tem potencial para uso médico. A utilização das células-tronco pode tratar doenças e/ou melhorar significativamente a qualidade de vida das pessoas. Armazenar as células-tronco de seu bebê dá a segurança de que estas células estarão disponíveis, sempre que necessário, para o uso de seu bebê ou por familiares diretos.

A coleta das células do sangue do cordão é simples, segura e indolor. Leva em torno de cinco minutos e é realizada imediatamente após o parto. Depois que o cordão umbilical é clampeado e cortado, o sangue restante na sua extensão e na placenta é coletado e enviado, em uma bolsa apropriada para o transporte, até o nosso laboratório. Em seguida, o sangue do cordão é processado e congelado através de um processo chamado criopreservação (no qual as amostras são armazenadas em tanques de nitrogênio líquido a uma temperatura de -196ºC). Estas são as condições recomendadas para o armazenamento por longos períodos, já que, assim, as células ficam inertes, sem que suas características ou sua idade biológica sejam alteradas.

A coleta das células do tecido do cordão também é muito simples. Basta que o médico ou o profissional de enfermagem recolha o maior segmento possível do cordão e o coloque em um frasco especial, fornecido pela CordVida. O sangue e o cordão seguirão juntos para o nosso laboratório para serem processadas e criopreservadas em seguida.

Por que coletar e armazenar as células-tronco do sangue do cordão umbilical?

Desde 1988, já foram realizados mais de 1,5 mil transplantes de medula óssea utilizando sangue de cordão umbilical no Brasil e 30.000 [ref biblio Ballen et al, 2013] no mundo, tratando cerca de 80 doenças24. O sangue do cordão umbilical também é amplamente estudado por pesquisadores em busca de novos tratamentos para outras doenças.

As células armazenadas têm 100% de compatibilidade com o seu filho e até 25% de probabilidade de serem totalmente compatíveis entre irmãos diretos. Quando seu uso for necessário, a disponibilidade deste material é imediata. A espera, muitas vezes infrutífera especialmente no caso de famílias de etnia miscigenada, por um doador compatível pode piorar o prognóstico do tratamento.

Além disso, as células do sangue do cordão umbilical por serem mais imaturas, são mais tolerantes imunologicamente, o que aumenta a possibilidade de transplante entre pessoas parcialmente compatíveis25,26,27,28. Soma-se a isto o fato de o sangue de cordão umbilical não ter sofrido exposição prolongada a fatores do meio ambiente e, uma vez armazenado, permanecerá livre de novas exposições44.

Também há a vantagem de a coleta ser indolor e não oferecer riscos ao bebê ou à mãe. O armazenamento das células-tronco do sangue do cordão umbilical é uma opção antecipada para famílias com predisposição às doenças imunológicas e oncológicas e para minorias étnicas por estas apresentarem mais dificuldade de encontrar um doador compatível.

Por que armazenar células-tronco mesenquimais?

Por suas propriedades imunológicas e de diferenciação em tecidos, as células-tronco mesenquimais são estudadas por grandes centros de pesquisa de vários países. Estuda-se o potencial terapêutico em doenças que nosso corpo, muitas vezes, não consegue sanar, como acontece em casos de diabetes tipo I, diabetes tipo II, cirrose hepática, infarto agudo do miocárdio, miocardiopatia dilatada idiopática, queimadura aguda, lesões articulares e osteotendíneas relacionadas ao esporte e mal de Alzheimer29,30,31.

Um importante ensaio clínico conduzido num dos principais centros de câncer do mundo, o MD Anderson Center em Houston nos EUA, demonstrou que a célula-tronco hematopoética do sangue do cordão umbilical é capaz de se expandir em até 12,2 vezes, quando colocadas em cultura junto com células-tronco mesenquimais da medula óssea. Isto contribuiu para a recuperação 37,5% mais rápida (15 dias para a pega versus 24 dias) da medula óssea em tratamento45.

Outro grande benefício da aplicação das células-tronco mesenquimais do tecido do cordão ocorre quando este material é utilizado simultaneamente às células-tronco do sangue do cordão em transplantes de medula óssea32,33. Ensaios pré-clinicos demonstram que esta combinação pode ser capaz de aumentar em até seis vezes a quantidade de células que pegam na medula34. Este fato sugere que, no futuro, poderemos vir a oferecer a oportunidade de tratar pacientes com maior peso.

Todas estas aplicações estão em fase de pesquisa experimental. Hoje, são mais de 84 estudos em andamento para entender melhor o potencial de utilização das células-tronco mesenquimais do cordão, mas ainda não há terapias com utilização destas células aprovadas para uso clínico35.

Ao armazenar células-tronco mesenquimais do tecido do cordão umbilical e células tronco do sangue do cordão umbilical, mais opções de tratamento podem estar disponíveis para sua família. São inúmeros os benefícios alcançados através de um processo de coleta que, além de não invasivo, é absolutamente seguro tanto para a mãe como para o bebê e aproveita um material que seria descartado.

Por que não coletar células-tronco do meu filho quando ele for mais velho?

As células tronco hematopoéticas podem ser coletadas diretamente da medula óssea ou do sangue periférico de crianças ou adultos. Para isso, ele será submetido a anestesia pois o procedimento é realizado no centro cirúrgico sob sedação (no caso da medula) ou será implantado um cateter central para retirada das células por aférese (no caso do sangue periférico). Cada um desses procedimentos traz os riscos inerentes a cada método. Além disso, em algumas doenças específicas, não é possível acessar as células da medula óssea porque a medula estará vazia, como no caso das doenças originadas das falências medulares.O parto é a única oportunidade para colher células-tronco do cordão umbilical na sua fase perinatal, que são jovens e com baixíssima exposição a fatores do meio ambiente como vírus.

Qual o volume de sangue coletado no cordão umbilical?

O volume de sangue coletado é variável, a depender do peso do bebê, da idade gestacional, do tamanho e calibre do cordão, cordão de bebê único ou de gestação de gemelares, da técnica de coleta, entre outros. Amostras com volume de sangue de cordão umbilical inferiores a 15 ml não serão processadas porque são tecnicamente inviáveis38,39.

O volume de sangue não é o item mais relevante no processo de armazenamento, mas sim a quantidade total de células armazenadas por amostra (celularidade): este é o fator preponderante para o sucesso de um eventual transplante4.

Em termos de número de células coletadas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabelece, como limite mínimo, uma amostra com 500 milhões de células40. Abaixo deste limite, os pais devem ser consultados sobre se querem ou não prosseguir com o processo de armazenamento. Cabe ressaltar que 24% das amostras armazenadas em bancos privados no exterior utilizadas em transplantes tinham menos células que isto, e, a depender desta regra, teriam sido descartadas.A celularidade média da CordVida é 7% superior à dos melhores laboratório do mundo e mais de 100% superior ao padrão mínimo estabelecido pela Anvisa.

A coletas do sangue do cordão umbilical é dolorosa ou envolve algum risco para a mãe ou bebê?

Não. A coleta do sangue do cordão umbilical não causa dor e tampouco traz riscos para a mãe ou bebê. O sangue de cordão umbilical é coletado imediatamente após o nascimento do bebê e sua completa separação do cordão umbilical. A coleta pode ser feita tanto em partos normais como em cesarianas, através de um procedimento indolor. Não há necessidade de procedimentos anestésicos ou de incisões adicionais no corpo da mãe ou do bebê.

A coleta das células-tronco do sangue do cordão umbilical pode ser feita mesmo em partos com clampeamento tardio?

Sim, o clampeamento tardio do cordão umbilical, procedimento obstétrico comum, não impede que a coleta do sangue de cordão umbilical ocorra. Contudo, o volume de sangue de cordão umbilical coletado se reduz pelo clampeamento tardio.

Como é a coleta das células tronco mesenquimais?

A coleta das células do tecido do cordão umbilical é feita após o nascimento do bebê e após a coleta do sangue do cordão. O seu médico ou o profissional de enfermagem da CordVida recolhe o maior segmento possível do cordão umbilical e o coloca em um frasco estéril fornecido pela CordVida. A bolsa contendo o sangue e o frasco com o cordão são enviados para o nosso laboratório, para processamento. Assim como ocorre no caso do sangue do cordão, a coleta do cordão umbilical é segura para a mãe e para o bebê, podendo ser feita após partos normais ou cesarianas23..

A quê temperatura deve ser efetuado o transporte do sangue e do tecido do cordão umbilical até ao laboratório?

O sangue e o tecido do cordão umbilical devem ser transportados para o laboratório a uma temperatura que varie entre 2 e 24 °C, conforme determinado pela ANVISA . É importante que o recipiente onde as amostras são acondicionadas as proteja contra variações de temperaturas. Além disso, é muito importante que a temperatura, ao longo do transporte, seja monitorada continuamente40. Após a chegada do material ao laboratório, todo o processamento é realizado à temperatura ambiente.

Se um membro da família adoecer e houver a possibilidade de infundir as células-tronco guardadas, como saber se as células são compatíveis?

Será necessário fazer um teste de compatibilidade. Este exame analisa marcadores celulares chamados antígenos leucocitários humanos (HLA) do doador (a criança cujas células-tronco foram criopreservadas) e do receptor (o familiar doente). Atualmente, os centros transplantadores analisam entre 6 e 10 marcadores HLA para definir o grau de compatibilidade. Caso haja compatibilidade em todos os marcadores HLA comparados, o doador e o receptor são considerados 100% compatíveis. Em caso de irmãos diretos (filhos do mesmo pai e da mesma mãe), a probabilidade de serem totalmente compatíveis é de até 25%. Para outros familiares, a probabilidade de compatibilidade é muito semelhante à probabilidade de encontrar um doador fora da família. No entanto, a probabilidade de encontrar doadores parcialmente compatíveis é maior.

Em transplantes nos quais a célula doada provém do sangue do cordão umbilical, é possível realizar o procedimento com a compatibilidade parcial entre doador e receptor (6 genes compatíveis em 8 genes pesquisados, por exemplo). Além do teste descrito acima, o sucesso do transplante também vai depender de outros fatores, como a quantidade de células infundidas, a condição física do paciente e o tipo de doença, entre outros fatores26,41.

Existe uma nova modalidade de transplante de medula óssea que vem se tornando cada vez mais habitual em nosso meio que é o transplante Haploidêntico. Nesse método, são infundidas células de um doador aparentado 50% compatível (5 genes compatíveis em 10 genes pesquisados). Essa técnica, requer condutas médicas e acompanhamentos específicos e amplia a chance de se encontrar um doador útil.

O que é a doença do enxerto contra hospedeiro?

É uma complicação que pode ocorrer após transplantes alogênicos (de outra pessoa compatível), na qual as células imunológicas do doador atacam o organismo do paciente transplantado. O risco é maior após transplantes com células-tronco de medula óssea ou do sangue periférico, do que com sangue do cordão umbilical. Em transplantes autólogos, não há risco de doença do enxerto contra hospedeiro. Em transplantes alogênicos relacionados (familiares) com sangue do cordão umbilical, o risco é menor do que em transplantes alogênicos aparentados com medula óssea42.

Por que devo armazenar o sangue e tecido do cordão de todos os meus filhos?

A coleta de sangue do cordão umbilical é uma decisão de precaução como tantas outras tomadas por pais e mães. Precaução contra o quê?

Contra doenças que, muitas vezes, têm baixa probabilidade de incidência. A probabilidade de alguém precisar ao longo da sua vida de um transplante de medula para o qual células-tronco do sangue do cordão são indicadas, é de 1 para 217, enquanto a probabilidade de uma das doenças mais prováveis detectadas pelo teste do pezinho (Fibrose Cística) é de 1 para 250043. Entre as vantagens de armazenar as células-tronco para todos os filhos, podemos citar:

  1. As células-tronco estarão imediatamente disponíveis se o uso for necessário.
  2. São 100% compatíveis com a própria pessoa e detém chance de 25% de serem 100% compatíveis entre irmãos do mesmo pai da mesma mãe.
  3. As células-tronco são mais tolerantes em termos de compatibilidade.
  4. Se um dos filhos vier a apresentar uma doença para a qual o uso de células-tronco autólogas não está indicado, as células de um irmão poderiam ser uma opção terapêutica, caso forem compatíveis.
  5. São células com potencial uso no futuro. Hoje, novas doenças são estudadas, nos principais centros de pesquisa do mundo, com o uso de células-tronco para seu tratamento.

Em quantas bolsas o sangue do cordão umbilical do meu filho é armazenado?

Na maioria dos casos o sangue do cordão é armazenado em 1 bolsa. O fator mais importante a ser considerado na coleta, no processamento e no armazenamento das células-tronco do seu bebê é a quantidade final de células armazenadas, independentemente de em quantas bolsas forem armazenadas. No momento do uso, os centros transplantadores deverão infundir o maior número possível de células. A CordVida opta pelo uso de uma bolsa bi-partida. O uso de mais de uma bolsa ocorre quando é expressamente requisitado pelos pais e o número de células seja superior a 1,2 bilhão.

A CordVida, hoje, tem uma alta média de células armazenadas por amostra, superando em mais de 100% o padrão mínimo estabelecido pela Anvisa. Isto reflete o nosso foco na excelência em cada etapa do processo: coleta; transporte (aproximadamente 99% chega ao nosso laboratório em menos de 36h); processamento e separação das células-tronco com alta recuperação; e armazenamento através de duas tecnologias diferenciadas, o BioArquivo e o nosso Alta Eficiência.

Quais são as diferenças entre um banco privado e um banco público?

No caso dos bancos públicos, as células-tronco do cordão umbilical do seu bebê são doadas para serem armazenadas em uma instituição pública. Isso implica na possibilidade de utilização destas células para qualquer pessoa que precisar de um tratamento. Já no banco privado, o armazenamento garante que aquelas células estarão totalmente disponíveis a qualquer momento e serão utilizadas apenas para o tratamento do seu bebê e de familiares diretos. Se você optar por não armazenar as células-tronco de seu bebê em um banco privado, a doação das células-tronco do seu bebê também é uma boa forma de ajudar outras famílias.

Posso coletar as células-tronco do cordão e dividi-las entre um banco público e outro privado?

Não. No Brasil, a resolução que regulamenta o funcionamento dos bancos de sangue de cordão umbilical (RDC 56) não permite a divisão da quantidade do total de células-tronco coletadas entre dois bancos. A divisão do total de células em duas bolsas poderia significar em armazenar duas amostras com celularidade mais baixa.

PLANOS E SERVIÇOS

O que terei que pagar caso o armazenamento da amostra não seja bem sucedido?

Se, por algum motivo fora do controle dos pais, as células-tronco não puderem ser armazenadas, a prestação do serviço não será cobrada e a CordVida devolverá integralmente qualquer valor que já tenha sido pago. NÃO HÁ retenção de qualquer taxa relativa à realização da coleta e do processamento.

É possível prolongar o período de armazenamento? Quanto custará?

É possível prolongar o período de armazenamento a qualquer momento migrando para um dos planos de armazenamento multi-anual de 2, 5, 10 ou 18 anos.

E se eu precisar utilizar a minha unidade em um momento anterior ao final do período já contratado?

A CordVida devolverá os valores referentes ao período de armazenamento pago, porém, não utilizado.

Os custos dos testes relativos às doenças infecciosas estão incluídos no preço cobrado?

Sim. Estão incluídos os testes para saber se as amostras sofreram algum tipo de contaminação microbiológica durante e após a coleta.

Terei que pagar pelo transporte entre a minha cidade e o laboratório? E entre o laboratório e o local de utilização?

Os valores do contrato englobam toda a logística de transporte, desde a coleta até o nosso laboratório e também para o local de utilização em qualquer local do mundo, no caso de necessidade terapêutica.

Existe um preço especial para gêmeos?

A CordVida oferece condições especiais para gêmeos. Consulte e verifique as condições para cada tipo de plano.

Existe uma condição especial para o segundo filho?

Sim. Pais que já tenham armazenado as células-tronco de outro filho na CordVida têm direito a desconto para os futuros bebês. Ligue para 0800-707-2673 (11 3094-2673 / 11 2199-2673 Grande São Paulo) e consulte-nos sobre estas condições especiais.

O que devo fazer se, na minha família, existirem casos de familiares diretos que possam vir a precisar de células-tronco de sangue armazenado?

É necessário entrar em contato com a CordVida e solicitar informações sobre o Programa “Coleta solidária”. Este programa permite que as famílias que necessitem de células-tronco e que preencham os critérios médicos possam gratuitamente coletar e armazenar as células-tronco para um futuro transplante, independentemente de sua situação financeira.

A CordVida realiza transplantes, se for necessário?

Segundo a RDC n.56 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), que regulamenta as atividade de armazenamento do sangue do cordão umbilical, as empresas deste setor não são autorizadas a realizar transplantes de medula óssea. Esta norma limita a atividade destas organizações única e exclusivamente à coleta, ao transporte, ao processamento e ao armazenamento deste tipo específico de células. Como a atividade de transplante de medula não faz parte do escopo desta norma, isto constitui uso indevido desta autorização expressa da ANVISA.

Caso alguém da sua família precise se submeter a um transplante de medula, necessariamente ele ocorrerá em algum centro habilitado pela ANVISA e que seja da confiança do pediatra ou do oncologista do seu filho.

A CordVida, por sua vez, disponibiliza a sua amostra para infusão em qualquer lugar do Brasil ou do mundo, sem ônus algum incremental, no caso de necessidade de utilização terapêutica.

O que ocorre com a minha amostra se a CordVida fechar?

Ao armazenar as células-tronco dos nossos clientes, assumimos uma responsabilidade de longo prazo de extrema importância para nós.

Por este motivo, adotamos um estilo de gestão baseado continuamente na cautela e no conservadorismo, de forma a não nos expormos a situações que possam vir a por em risco a solidez financeira e institucional da nossa companhia no curto e no longo prazos.

Ainda assim, na eventualidade de uma interrupção definitiva dos nossos serviços, contratualmente é assegurado o direito dos clientes transferirem seu material para outra entidade habilitada num prazo máximo de 30 dias.

PORQUE A CORDVIDA

Como posso saber que a CordVida é a melhor escolha?

O que conta realmente no processo de escolha é a qualidade do serviço e a segurança dada pela empresa que tem a responsabilidade de assegurar o processamento do sangue e do tecido do cordão umbilical e a criopreservação das células-tronco por um longo período de tempo, da melhor forma possível.

Vantagens da CordVida:

  • Armazena mais células por amostra, 19% superior à média do número de células das amostras enviadas para transplante pelo banco com maior número de tratamentos no mundo e mais de 100% superior ao padrão mínimo estabelecido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isso é muito importante porque a quantidade de células é fundamental para o sucesso de uma terapia.
  • Enviou sete amostras para transplantes ou terapias.
  • Foi a primeira empresa brasileira a oferecer o inovador serviço de armazenamento de células-tronco do tecido do cordão aos seus clientes. O lançamento ocorreu em maio de 2012.É recomendada pelos melhores obstetras do país.
  • É certificada pela American Association of Blood Banks (AABB).

A CordVida é financeiramente estável?

Sim. Em termos patrimoniais, a CordVida, conta com endividamento bancário zero há mais de 8 anos além de uma confortável posição em caixa. Em termos econômicos e financeiros, a CordVida é uma companhia rentável e geradora líquida de caixa. Estas duas características dão à Cordvida a solidez financeira necessária para seguir seus planos de crescimento com segurança e sustentabilidade, além de permitir o investimento constante em inovação no armazenamento de células-tronco.

Como a CordVida garante a confidencialidade das minhas informações pessoais?

A CordVida leva a confidencialidade muito a sério. Todos os colaboradores assinam termos de confidencialidade. Além disso, usamos os mais avançados sistemas de CRM (gerenciadores de relacionamento com cliente), totalmente protegidos, para assegurar que as suas informações permaneçam seguras e confidenciais, armazenadas em servidores localizados em sete data centers diferentes no exterior. Nossa política não nos permite a divulgação de qualquer dado relativo à família de nossos clientes, a não ser que seja autorizada pela própria família.

O laboratório pertence à CordVida?

Sim, todo os equipamentos que compõem o laboratório pertencem à CordVida. Nosso laboratório foi especialmente projetado com o propósito de processar e armazenar células-tronco hematopoéticas (sangue) e mesenquimais (tecido).

Quais os testes realizados nas amostras no laboratório?

Antes das células-tronco serem armazenadas, são feitos rigorosos testes em 100% das amostras para caracterizar e aferir a quantidade e a qualidade das células.

Aferição da quantidade de células:

  • Contagem celular das amostras ao chegarem ao laboratório e após o processamento, para medir quantas células foram recuperadas.

Aferição da qualidade e esterilidade das amostras:

  • Teste feito na CordVida para aferir a viabilidade celular, por citometria de fluxo (marcador 7AAD), com maior poder de identificação das células tronco viáveis.
  • Testes para verificar se a amostra está contaminada com microrganismos, como bactérias e fungos.
  • Testes sorológicos no sangue materno, para determinar a presença de contaminação por vírus da hepatite B e C, citomegalovírus e toxoplasmose, entre outros.

Para mais informações técnicas sobre os testes, clique aqui.

Quem tem acesso ao laboratório?

O acesso é bastante restrito. Apenas os funcionários do próprio laboratório têm acesso. O resto dos funcionários da CordVida tem o acesso ao laboratório vedado. Todo o sistema de segurança é controlado eletronicamente, visando a segurança máxima. Um sistema combinado de senha e biometria com a leitura eletrônica da palma da mão, permitindo somente a entrada de colaboradores autorizados.

O Laboratório funciona todos os dias da semana?

Sim. O laboratório da CordVida está aberto aos domingos e feriados, para garantir que o material coletado seja processado no mais curto intervalo e, assim, possa garantir que as células-tronco mantenham as suas características originais.

São efetuados testes regulares com as células-tronco já criopreservadas?

As amostras de sangue e de tecido do cordão umbilical dos nossos clientes são analisadas na chegada ao nosso laboratório, durante e no final do processamento. Depois, são congeladas e criopreservadas, sendo descongeladas apenas se houver necessidade de utilização terapêutica. Durante o tempo em que se encontram criopreservadas na CordVida, as amostras não são manipuladas.

No entanto, são realizados, rotineiramente, testes de viabilidadecelular em amostras de células-tronco do sangue e do tecido do cordão umbilical, que designamos de “amostras-teste”. Estas amostras resultam de doações de alguns pais que, por algum motivo, optaram por não manterem suas amostras armazenadas. Estas amostras foram processadas e armazenadas nas mesmas condições que as amostras dos outros clientes e são descongeladas periodicamente. Assim, os testes de controle de qualidade do processamento e criopreservação são efetuados em amostras de sangue e de tecido do cordão umbilical que nunca serão usadas para fins clínicos.

Todos os testes de viabilidade celular são realizados através de uma avançada tecnologia chamada citometria de fluxo, o que permite maior sensibilidade e precisão no resultado da viabilidade e da celularidade das amostras.

O hospital precisa entregar materiais para a coleta do sangue ou do tecido do cordão umbilical?

Não. Todo o material necessário para a coleta encontra-se no kit da CordVida que será entregue antecipadamente a você, ao seu médico ou ao profissional da CordVida que realizará a coleta.

Eu não deveria escolher uma empresa que fosse na minha cidade?

A segurança e a qualidade da empresa são muito mais importantes que a sua proximidade ao laboratório. O importante é que o laboratório esteja em um local de fácil acesso, com muitos voos disponíveis para garantir a qualidade do recebimento ou o envio das amostras, para qualquer lugar do mundo, em caso de necessidade. A viabilidade logística da coleta dentro dos padrões de segurança e qualidade da CordVida dependerá da disponibilidade de logística multi-modal (aérea e/ou rodoviária) em sua cidade.

Como posso me assegurar que as células do meu filho não serão confundidas com as de outro bebê?

A amostra das células de seu bebê é permanentemente rastreada e facilmente localizada pelo nosso sistema de identificação.

  • Sistema de identificação de código de barras, que acompanha o kit de coleta e as amostras até o seu armazenamento.
  • O código de barras é protegido para que nunca se solte da amostra.
  • Uma vez armazenada, a localização da sua amostra no interior do tanque é controlada por computadores, que utilizam os processos de segurança especializados(como servidores externos e back ups, por exemplo).

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Referências Bibliográficas

CÉLULA-TRONCO

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